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30 de mar de 2014

Uma Lição do Stand Up Paddle Surfing

Ontem aconteceu algo curioso comigo. Aprendi um pouco de Stand up paddle surfing. Nos próximos parágrafos você vai entender por que eu usei a expressão “aconteceu comigo”.
A Paria dos Osso, em Armação dos Búzios, estava perfeita para este esporte que consiste em uma prancha bem corpulenta acompanhada de um paddle – um remo – na qual o esportista (aventureiro, no meu caso) fica em pé e rema para se locomover na superfície da água. Meu esposo que estava comigo na praia, me convenceu a alugar uma prancha dizendo que seria meu presente de aniversário atrasado. Trinta reais por meia hora com o equipamento. Até que para uma cidade como Búzios, que suga o sangue do turista, não estava caro.  Uma senhora, paulista super simpática, me atendeu. “Já sabe remar?”

28 de mar de 2014

Importância De Uma Lei Anti-homofobia, Meus LGBTs?



Qual é a importância de uma lei anti-homofobia para nós, LGBT folks? E qual é a importância dessa mesma lei para o país? Quero apontar neste post como pelo menos eu, G da sigla, que não me conformo com farelos, percebo o poder de mudança e renovação que têm as leis que nos amparam e defendem nossos direitos. Mas o que exatamente é homofobia? Ela existe mesmo? É um assunto sério que merece atenção?

23 de mar de 2014

Relacionamento à longa distância. “Como você consegue?!”


Os relacionamentos à longa distância são mal compreendidos pelos que estão do lado de fora desse arranjo. Muitas dúvidas, curiosidades e desconfianças circundam a realidade dos casais unidos pelo amor, mas separados fisicamente por estados, países ou até continentes.
 Pelo que eu já vi nessa vida em termos de casais em relacionamentos à longa distância, existem várias situações peculiares, mas acredito que podemos dividir tais casais em duas categorias principais: 1) os que planejam e 2) os que não planejam morar juntos um dia.  Claro, isso depende do quanto o casal se conhece, há quanto tempo se conhecem e de suas convicções pessoais. Vou falar aqui com a experiência de alguém da primeira categoria.

"Mas... a pessoa nasce gay?"

Existem heterossexuais que já compreendem e conseguem simpatizar com pessoas dotadas de sexualidades diferentes. Mas existem outros que (só Deus na causa) são completamente ignorantes à existência de outras sexualidades. Esta ignorância é resultado de vários fatores. Um deles é o conceito de heteronormalidade que se parasitou no mundo desde centenas de anos atrás.
Com ela, subentende-se que a heterossexualidade – sendo maioria e a única maneira possível de reprodução – é a única saudável, normal e aceitável forma de expressão sexual e ero afetiva humana – animal também. Tive um amigo que expulsou o cãozinho de estimação de casa porque o mesmo “estava dando a bunda para outros cães na rua.” Com isso, “se alguém se sente atraído por outro alguém do mesmo sexo (os pelos dois sexos), esta pessoa tem um problema moral, comportamental, psicológico ou até espiritual.”

  O nome já diz tudo:

INGLÊS: UM PRODUTO FICTÍCIO DOS CURSOS DE IDIOMAS

O mercado de trabalho está cada dia mais exigindo inglês fluente de seus colaboradores. Isso gera uma forte procura pelo aprendizado do idioma e com isso, um banquete para a concorrência de cursos de língua. Instituições que ensinam inglês estão enfeitando o seu produto com promessas milagrosas. “Fale inglês fluente em um ano!”, Fale inglês fluente em seis meses!” ou simplesmente “Aqui você sai falando!”. Bom, não crucifiquemos as empresas por isso. Afinal, o mercado funciona assim mesmo. Eu torno meu produto o mais atraente possível quando a procura está em alta mas existe muita concorrência. Porém, o conflito é exatamente este. Inglês não é – e nunca será – um produto (a não ser que

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